Processo Seletivo 2017 – Inscrição

Bom dia a todos – hoje (02.05) começam as inscrições para nosso processo seletivo.

Olha o checklist dos documentos:

– Formulário de inscrição preenchido e impressolink do formulário

– Histórico escolar emitido pela coordenação de graduação do curso

– Cópia do documento de identidade e CPF

Fique atento aos pré-requisitos e prazos. Qualquer dúvida entre em contato!

Boa Sorte.

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Processo Seletivo 2017

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>>>EDITAL<<<

É com entusiasmo que lançamos o edital do processo seletivo do PET-Economia UnB!

O Programa de Educação Tutorial (PET) é uma atividade acadêmica direcionada a alunos matriculados em cursos de graduação, em que seus membros recebem o apoio de professores tutores.

O PET-Economia UnB foi o primeiro grupo a ser formado no Brasil, desde então, vem trilhando um caminho de excelência e destaque – ex-petianos ocupam posições de destaque em instituições de ensino, no governo federal, no setor privado e em organismos internacionais.

A seleção será feita em duas etapas: na primeira, será aplicada uma prova de redação baseada em uma palestra organizada pelo PET-Economia e, por fim, os candidatos serão entrevistados. Muito em breve traremos mais informações!

Atente-se aos requisitos e ao cronograma registrado em edital.

Contamos com sua participação!

ERRATA: Diferente do inicialmente anunciado, por motivos operacionais, o palestrante da primeira etapa do processo seletivo será Cláudio Roberto Amitrano, doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente, Cláudio Amitrano é técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e atua nas áreas de distribuição de renda, crescimento econômico e inflação. Muito em breve vamos divulgar mais informações sobre a palestra!
Gostaríamos de esclarecer que nenhum candidato será prejudicado e todo o cronograma será respeitado, conforme o edital. Pedimos desculpas pela mudança e qualquer dúvida nos procure! Boa sorte!

Operação “Carne Fraca”

Apresentado em 19 de abril de 2017 por Janielly Amorin e Matheus Biângulo.

A Polícia Federal finalizou nesse fim de semana o relatório da “Operação Carne Fraca” indiciando mais de 60 pessoas.

Os impactos econômicos da operação são evidentes e um mês após o início da investigação permanecem muitos questionamentos sobre a estrutura de fiscalização dos produtos alimentícios no Brasil e suas vulnerabilidades.

Com o objetivo de entender melhor os incentivos que permeiam o setor de carne no Brasil, a repercussão midiática sobre o mercado e os impactos da “Operação Carne Fraca” sobre a economia brasileira o PET-Economia convida todos a comparecer nessa quarta-feira!

Slide da apresentação disponível aqui.

Long-Run Effects of Democracy on income Inequality in Latin America

A democracia impacta o nível de desigualdade de um país? Dentro desse contexto, as transições entre regimes autoritários e democráticos, na América Latina, influenciaram o nível de desigualdade?

Carlos Balcázar procura responder tais perguntas no seu artigo fazendo uso de uma minuciosa análise, onde ele procura estabelecer por quais mecanismos uma “maior exposição à democracia” pode diminuir a desigualdade de um país.

Se tiverem a oportunidade, a leitura do artigo é extremamente enriquecedora.

 

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Reunião de Literatura – 1.2017

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SAVE THE DATE!

O PET – Economia convida à todos para participarem do debate acerca do livro “Como Matar a Borboleta-Azul – Uma Crônica da era Dilma” escrito pela economista Monica de Bolle, doutora pela London School of Economics and Political Science e professora da Universidade Johns Hopkins nos Estados Unidos.

A leitura do livro é uma excelente oportunidade para entender o complexo cenário atual da economia brasileira. Monica de Bolle escreve em uma linguagem bastante acessível, permitindo que pessoas que não estejam familiarizadas com o tema consigam entender as origens da crise econômica.

O PET – Economia promoverá um debate a respeito dessa análise no dia 17 de maio, sendo uma ótima oportunidade para que todos os envolvidos aprendam um pouco sobre as principais políticas governamentais que, segundo a autora, colocaram o Brasil nas condições atuais. Ainda, serão expostas críticas e considerações a respeito desse renomado livro através de uma discussão enriquecedora.

O ROTEIRO DE ESTUDOS PODE SER ACESSADO AQUI.

Contamos com a sua presença!

Regime de Metas de Inflação: análise comparativa e evidências empíricas para países emergentes selecionados

Apresentado em 20 de março de 2017 por Matheus Biângulo.

Em meio a um período desastroso da economia brasileira, o Plano Real (1994) introduziu reformas institucionais que lograram de sucesso na estabilização da inflação. Temeroso quanto à volta do “fantasma da inflação”, prontamente o governo estabelece âncoras nominais que se mostraram insustentáveis frente aos ataques especulativos sofridos pelo Real.

Como resultado, na virada do século o Regime de Metas de Inflação (RMI) é adotado como parte de um regime macroeconômico maior: o tripé macroeconômico. Seria o RMI brasileiro eficaz em combater a inflação? Quais são os custos, em termos de crescimento, de operacionalização dessa estratégia de política monetária? O RMI brasileiro deveria ser flexibilizado?

Essas e outras questões são levantadas quando analisamos o RMI brasileiro à luz das experiências de outros países emergentes selecionados.

Slide da apresentação disponível aqui.

Artigo disponível aqui.

Economists Free Ride, Does Anyone Else?

No dia 17 de agosto de 2016, a petiana Raphaela Fonseca Alves apresentou o o artigo “Economists Free Ride, Does Anyone Else?” escrito por Gerald Marwell e Ruth E. Ames.

O artigo consiste numa análise empírica do “Problema do Carona” com doze experimentos testando as hipóteses fraca e forte do problema, nas quais, ou a provisão de bens públicos seria subótima ou, praticamente, não haveria provisão de bens públicos fornecidos de forma voluntária.

Apesar de os experimentos visarem maximizar o “free-riding”, ou seja, o problema do carona, os resultados foram que as pessoas contribuem voluntariamente, em média, entre 40% e 60%, com exceção dos alunos de economia, que contribuem 20% e, são mais propensos a serem caronas.divulgacao

 

PDF da Apresentação