International Trade and Factor Mobility

A teoria das vantagens absolutas seguida posteriormente pela teoria das vantagens comparativas de David Ricardo foram o ponto inicial do estudo do comércio internacional.

Como uma alternativa ao modelo ricardiano, estabeleceu-se o modelo de Heckscher-Ohlin, o qual advoga que um país deveria se especializar e exportar aquele bem cujo fator intensivo de produção lhe seria importante.

No artigo apresentado na sexta-feira, dia 10 de outubro, Robert Mundell nos mostra seu pensamento intuitivo perante a integração da mobilidade dos bens com a mobilidade dos fatores de produção no comércio internacional.

Tendo como hipótese dois países: A e B (resto do mundo), que transacionam dois bens e dois fatores de produção, ele simula diversos casos em que a mobilidade da transação de um desses elementos seria restrita. o autor concluiu que, para auferir as vantagens do comércio internacional não seria necessária a livre mobilidade de ambos os mercados (bens e fatores), apenas de um ou outro.

O trabalho seminal marcou a comunidade acadêmica por ser o primeiro a demonstrar intuitivamente a relação entre os mercados de bens e fatores nas transações internacionais.

Apresentado por: Rebeca Nepomuceno

International Trade and Factor Mobility – Rebeca Nepomuceno

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