Regime de Metas de Inflação: análise comparativa e evidências empíricas para países emergentes selecionados

Apresentado em 20 de março de 2017 por Matheus Biângulo.

Em meio a um período desastroso da economia brasileira, o Plano Real (1994) introduziu reformas institucionais que lograram de sucesso na estabilização da inflação. Temeroso quanto à volta do “fantasma da inflação”, prontamente o governo estabelece âncoras nominais que se mostraram insustentáveis frente aos ataques especulativos sofridos pelo Real.

Como resultado, na virada do século o Regime de Metas de Inflação (RMI) é adotado como parte de um regime macroeconômico maior: o tripé macroeconômico. Seria o RMI brasileiro eficaz em combater a inflação? Quais são os custos, em termos de crescimento, de operacionalização dessa estratégia de política monetária? O RMI brasileiro deveria ser flexibilizado?

Essas e outras questões são levantadas quando analisamos o RMI brasileiro à luz das experiências de outros países emergentes selecionados.

Slide da apresentação disponível aqui.

Artigo disponível aqui.

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